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O Som do Sucesso: Vivo, Itaú, Natura e Coca-Cola Dominam a Preferência Via Música

O Som do Sucesso: Vivo, Itaú, Natura e Coca-Cola Dominam a Preferência Via Música


Um estudo inédito da Musicalize revela que Vivo, Itaú, Natura e Coca-Cola são as marcas que melhor convertem a associação com a música em preferência do consumidor. A pesquisa, que avaliou centenas de ações e ouviu milhares de brasileiros, aponta a necessidade de estratégias musicais robustas e contínuas para criar conexões duradouras e impactar o mercado em todo o país.

Atualizado em 17 de maio de 2024 • Leitura estimada: 4 minutos

Resumo rápido

  • Marcas líderes no Brasil demonstram que a associação estratégica com a música impulsiona diretamente a preferência e o engajamento do consumidor.
  • A Musicalize desenvolveu o Índice de Força e Conversão Musical (IFCM), uma métrica inovadora que quantifica essa relação entre música e lealdade à marca.
  • Para o futuro, a tendência aponta para investimentos em plataformas musicais proprietárias e exploração de novas regiões, além de patrocínios pontuais, para aprofundar a conexão cultural.

O que aconteceu

A Musicalize, braço de music business do Grupo Dreamers, acaba de lançar uma metodologia revolucionária para desvendar a profunda relação entre marcas e o universo musical. Nomeado Índice de Força e Conversão Musical (IFCM), esse sistema analisa como a conexão espontânea de uma marca com a música se traduz diretamente em preferência e lealdade por parte do público consumidor.

Disney+ Lollapalooza

(Crédito: Gemnannerb/Shutterstock)

Os primeiros resultados do estudo “BPM – Marcas que Viram Hit: Como a Música Influencia a Preferência” são notáveis: Vivo, Itaú, Natura e Coca-Cola se destacam como líderes nesse ranking. Entre os anos de 2025 e o primeiro semestre de 2026, essas empresas implementaram em média dez ações estratégicas vinculadas à música, demonstrando um compromisso contínuo com a plataforma sonora. Para chegar a essas conclusões, a Musicalize entrevistou 1.070 brasileiros, consultou especialistas do setor e analisou minuciosamente mais de 400 iniciativas de diversas marcas, construindo um panorama robusto do cenário nacional. A pesquisa revela que o investimento em uma estratégia musical contínua, e não apenas em ações isoladas, é o diferencial das marcas mais bem-sucedidas. Essas empresas do top 10 dedicam-se a conteúdos autorais e apoiam causas sociais em percentuais significativamente maiores que a média do mercado, solidificando sua presença e credibilidade.

Ponto-chave

A capacidade de uma marca construir uma plataforma musical autêntica e contínua, engajando-se em conteúdos proprietários e causas sociais, é o divisor de águas entre simples patrocínio e uma conexão emocional duradoura com o consumidor. Não se trata apenas de aparecer, mas de ressoar.

Por que isso importa

No atual cenário de saturação de informações e publicidade, a música emerge como um potente vetor de conexão emocional. Para as empresas, compreender e aplicar as descobertas do IFCM significa ir além da visibilidade e tocar o consumidor em um nível mais profundo, influenciando diretamente suas decisões de compra. A música é uma linguagem universal que transcende barreiras e gera identificação, tornando-se uma ferramenta estratégica para o marketing moderno. Integrar a música de forma orgânica e relevante em uma estratégia de marca pode significar a diferença entre ser apenas mais um no mercado e se tornar uma referência cultural.

As marcas que conseguem estabelecer essa sintonia musical não apenas fortalecem seu posicionamento, mas também impulsionam a transformação digital de suas interações. Em um mundo cada vez mais conectado, plataformas digitais se tornam palcos para ativações musicais que geram engajamento, dados e insights valiosos. Esse alinhamento com a cultura pop e o estilo de vida do público é crucial para a competitividade, a inovação em comunicação e a gestão eficaz da percepção da marca, solidificando sua relevância no imaginário coletivo e no dia a dia das pessoas.

Impactos práticos

Para empresas

Empresas precisam reavaliar suas estratégias de marketing musical, migrando de patrocínios isolados para a construção de plataformas musicais consistentes. Isso significa investir em conteúdo proprietário, festivais, documentários e parcerias culturais que ofereçam mais credibilidade e engajamento. A oportunidade reside em criar um ecossistema musical que reflita os valores da marca e ressoe autenticamente com seu público, gerando um retorno sobre o investimento mais significativo em longo prazo. Decisões estratégicas em ativações regionais também se mostram promissoras, ampliando o alcance e a relevância.

Para consumidores

Os consumidores se beneficiam de experiências de marca mais ricas e autênticas. Ao invés de apenas consumir um produto ou serviço, eles se conectam a um universo cultural que a marca ajuda a construir ou apoiar. Isso pode se traduzir em acesso a conteúdos exclusivos, eventos especiais, ou até mesmo em um senso de pertencimento a comunidades que compartilham paixões musicais, elevando a confiança e a conveniência de suas escolhas. A lealdade passa a ser construída também por experiências e valores compartilhados através da música.

Para o mercado

O mercado testemunha uma evolução nas táticas competitivas. Marcas que investem de forma mais profunda na música ganham uma vantagem estratégica, forçando concorrentes a repensarem suas abordagens. Há um potencial imenso para o desenvolvimento de novos modelos de negócios e parcerias entre marcas e artistas, além da exploração de regiões fora do eixo Sudeste, como Nordeste e Centro-Oeste, que demonstram grande abertura a ativações com benefícios diretos ao público e projetos proprietários, catalisando a inovação e o crescimento setorial.

O cenário daqui para frente

A jornada para marcas que desejam se destacar na arena musical é de contínua evolução. Os próximos meses devem solidificar a tendência de estratégias menos fragmentadas e mais integradas. Veremos um crescimento na criação de plataformas de conteúdo musical originais, o fomento a novos talentos e o desenvolvimento de experiências imersivas que vão além do simples patrocínio de eventos. A regionalização também será um fator chave, com marcas buscando entender e ativar as particularidades culturais de cada canto do Brasil.

A inteligência de dados, combinada com a criatividade, permitirá que as empresas personalizem ainda mais suas ativações musicais, conectando-se de maneira única com nichos específicos de consumidores. Essa abordagem multifacetada e orientada por insights não só reforçará a imagem das marcas, mas também impulsionará a inovação no consumo de cultura e entretenimento, criando novas avenidas para o engajamento e a lealdade do público em um ambiente digital em constante transformação.

O que observar agora

  • A crescente migração de orçamentos de marketing de patrocínios pontuais para plataformas musicais proprietárias e de longo prazo.
  • A movimentação de empresas para explorar o potencial de regiões como o Nordeste e Centro-Oeste com ativações musicais customizadas e inclusivas.
  • O fortalecimento da tendência de marcas atrelarem suas estratégias musicais a causas sociais e projetos autorais, buscando maior autenticidade e ressonância com o público jovem.

Perguntas frequentes

O que é o Índice de Força e Conversão Musical (IFCM)?

É uma metodologia da Musicalize que avalia como a associação espontânea de uma marca com a música se traduz em preferência e lealdade do consumidor, usando dados de pesquisa e análise de ações de marketing.

Como as marcas líderes se destacam na associação com a música?

Marcas como Vivo, Itaú, Natura e Coca-Cola se destacam por investirem em plataformas musicais robustas, conteúdos proprietários e apoio a causas sociais, em vez de apenas ações pontuais, construindo uma conexão mais profunda e autêntica.

Quais regiões do Brasil oferecem maior potencial para ativações musicais?

Enquanto o Sudeste concentra a maioria das ativações, o estudo aponta Nordeste e Centro-Oeste como regiões com grande potencial de exploração, especialmente para projetos que oferecem benefícios diretos ao público e parcerias exclusivas.

Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e revisado editorialmente.



Fonte: Meio e Mensagem – Marketing, Mídia e Comunicação

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