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A Nova Era da Influência: Os 30 Nomes que Redefinem Marketing e Comunicação no Brasil

A Nova Era da Influência: Os 30 Nomes que Redefinem Marketing e Comunicação no Brasil


Um estudo inovador, o “Pulso 2026/2027”, desenvolvido pelas consultorias Deck e Nexus da FSB Holding, acaba de revelar os 30 profissionais mais influentes no mercado brasileiro de comunicação e marketing. A pesquisa aponta para uma guinada significativa no conceito de influência, valorizando a autoridade técnica e a reputação corporativa em detrimento da busca exclusiva por grande alcance, sinalizando uma transformação profunda no setor.

Atualizado em 24 de maio de 2024 • Leitura estimada: 7 minutos

Resumo rápido

  • Um estudo inédito identifica os 30 profissionais mais influentes na comunicação e marketing no Brasil, priorizando a autoridade técnica e reputacional.
  • O mercado de influência está migrando de grandes números de seguidores para o valor intrínseco de executivos e especialistas como porta-vozes autênticos.
  • Empresas devem se preparar para uma era onde a legitimidade e o conhecimento aprofundado se tornam os pilares da estratégia de marca e engajamento qualificado.

O que aconteceu

Em um movimento que redefine as métricas de sucesso e credibilidade no universo da comunicação e marketing, a pesquisa “Pulso 2026/2027 – Influência Digital e Liderança”, uma colaboração entre a Deck (especializada em influência reputacional) e a Nexus (inteligência analítica), ambas pertencentes à FSB Holding, acaba de divulgar a lista dos 30 nomes que se destacam como os mais influentes no cenário brasileiro. Este levantamento, que não se configura como um ranking e apresenta os nomes em ordem alfabética, é um termômetro preciso das transformações em curso.

influentes

(Crédito: Chief Crow/Stock.adobe.com)

A lista reúne um conjunto diversificado de talentos e líderes que estão à frente das principais inovações e discussões do setor. Conheça os profissionais que compõem este grupo seleto:

  • Ana Couto, CEO da Ana Couto;
  • André Siqueira, cofundador da RD Station;
  • Beatriz Guarezi, fundadora & CEO da Bits to Brands;
  • Bia Granja, fundadora da Creator Economy Rocks;
  • Camila Renaux, consultora de marketing, professora e palestrante;
  • Carlos Merigo, fundador do B9 e host do Braincast;
  • Carlos Scappini, cofundador e sócio Mynd e BillBoard;
  • Dener Lippert, fundador e CEO da V4 Company;
  • Diego Ivo, fundador e CEO da Conversion;
  • Eco Moliterno, CCO da Accenture Song Latam;
  • Eduardo Simon, CEO e chairman da Galeria Holding;
  • Erico Rocha, criador da Fórmula de Lançamento;
  • Fernando Miranda, CEO da Staage;
  • Guta Tolmasquim, fundador e CEO da Purple Metrics;
  • Hugo Rodrigues, ex-sócio da WMcCann;
  • Ícaro de Carvalho, fundador e CEO O Novo Mercado;
  • João Branco, professor e conselheiro;
  • José Salibi Neto, cofundador da HSM;
  • Leandro Ladeira Neiva, especialista em vendas no mercado de infoprodutos;
  • Mari Palma, jornalista, apresentadora da CNN e criadora de conteúdo;
  • Nizan Guanaes, fundador da N.ideias e consultor estratégico de CEOs;
  • Pedro Sobral, fundador da Agência C2G;
  • Pyr Marcondes, fundador da Macuco Tech Ventures;
  • Rafael Kiso, fundador e CMO na mLabs;
  • Rafael Rez, CMO na Web Estratégica;
  • Rafaela Chagas, fundadora do Seu Influencer;
  • Rafaela Lotto, CEO da YouPix;
  • Ricardo Silvestre, CEO da ERA e fundador da Black Influence;
  • Sergio Gordilho, sócio, copresidente e CCO da Africa Creative;
  • Vitor Peçanha, CMO da Xeque Mate Bebidas.

O ponto central do estudo reside na evidência de uma mudança estrutural na economia dos criadores de conteúdo no Brasil. Marcas estão, cada vez mais, priorizando a legitimidade e a autoridade de executivos e profissionais com alta especialização (PhDs, por exemplo) em detrimento de influenciadores com milhões de seguidores, mas que oferecem um conteúdo mais superficial. Essa reorientação indica um forte foco na profundidade do conhecimento e na reputação consolidada.

Nesse novo contexto, a credibilidade técnica e a reputação corporativa emergem como fatores decisivos, ocupando um espaço que antes era dominado por narrativas de entretenimento ou abordagens mais leves. Pollyana Miranda, sócia e CEO da Deck, sublinha a relevância dessa transformação: “O poder do porta-voz das companhias se mostrou muito equilibrado com o criador de conteúdo, se não mais”, destacando que 42% das vozes que efetivamente impulsionam resultados são de executivos de alta liderança.

Ponto-chave

A influência digital no Brasil amadureceu, migrando de métricas de entretenimento e alcance para um modelo baseado em autoridade técnica, reputação corporativa e conteúdo educacional utilitário, redefinindo o valor dos porta-vozes no mercado e a forma como as marcas se conectam com seus públicos.

Por que isso importa

Essa mudança é crucial porque sinaliza uma busca crescente por autenticidade e profundidade no mercado. Em um cenário saturado de informações, a credibilidade se torna um diferencial competitivo. Marcas que souberem identificar e valorizar profissionais com expertise genuína em suas áreas não apenas fortalecerão sua imagem, mas também construirão relacionamentos mais sólidos e duradouros com seus consumidores. É um alerta para a necessidade de estratégias de conteúdo mais robustas e menos focadas em viralização efêmera.

Para o leitor, compreender essa dinâmica é fundamental para navegar na transformação digital. Isso impacta diretamente desde o comportamento de consumo, que passa a valorizar a informação de qualidade, até as estratégias de marketing e gestão das empresas, que precisam se adaptar para manter a competitividade. A inovação no marketing não reside apenas em novas ferramentas, mas na redefinição do que realmente gera valor e confiança no ambiente digital.

Impactos práticos

Para empresas

Empresas terão que recalibrar suas estratégias de marketing de influência, buscando profissionais com credenciais sólidas e capacidade de gerar insights aprofundados. Isso significa investir em construção de marca pessoal para suas lideranças e especialistas internos, transformando-os em porta-vozes autênticos. Oportunidades surgem na cocriação de conteúdo educacional e analítico, que pode gerar engajamento qualificado e maior poder de conversão.

Para consumidores

O público final se beneficiará de um ambiente digital com mais informação confiável e menos superficial. A priorização da expertise levará a uma melhoria na qualidade dos conteúdos disponíveis, impactando positivamente a experiência do consumidor. Haverá maior facilidade em tomar decisões informadas, baseadas em análises profundas e conselhos de especialistas, aumentando a confiança nas marcas que adotarem essa abordagem.

Para o mercado

O mercado testemunhará uma profissionalização acentuada do setor de influência. Métricas de vaidade darão lugar a indicadores de engajamento qualificado e impacto reputacional. Isso pode impulsionar o desenvolvimento de novas ferramentas de análise e consultorias especializadas em influência técnica e corporativa, redefinindo padrões de competitividade e regulamentação no ecossistema digital.

O cenário daqui para frente

A tendência de valorização da influência reputacional e técnica deverá se aprofundar nos próximos meses e anos. Veremos uma busca crescente por líderes de pensamento e especialistas de nicho que consigam traduzir informações complexas em insights acionáveis para o público. A “educação utilitária”, como destaca o estudo, será um pilar fundamental nas estratégias de conteúdo, com foco na resolução de dores e na fundamentação técnica.

Conexões inteligentes com o comportamento de mercado sugerem que as marcas que investirem na construção de uma presença digital autêntica, ancorada em especialistas, terão uma vantagem competitiva significativa. Isso se alinha com a transformação digital, que exige não apenas presença online, mas relevância e credibilidade. A inovação no consumo passará pela curadoria de informações de fontes confiáveis, e as estratégias empresariais precisarão refletir essa demanda por conteúdo de valor e autoridade.

O que observar agora

  • Acompanhe o volume de investimentos de grandes marcas em programas de embaixadores internos e em conteúdo co-criado com especialistas e executivos.
  • Observe a ascensão de novas plataformas e ferramentas de analytics que oferecem métricas mais sofisticadas para avaliar a credibilidade e o impacto real da influência.
  • Fique atento à forma como as empresas estão adaptando suas narrativas para priorizar a profundidade e a resolução de problemas em seus canais digitais, sinalizando a consolidação da “educação utilitária”.

Perguntas frequentes

O que significa a “nova influência digital” revelada pelo estudo?

A “nova influência digital” refere-se à crescente valorização da autoridade técnica e reputação de executivos e especialistas, que estão superando criadores de conteúdo puramente de entretenimento nas estratégias de marketing. O foco se desloca para a legitimidade e o conhecimento aprofundado.

Como essa mudança na influência digital impacta as estratégias das empresas?

Empresas precisam revisar suas estratégias de influenciadores, buscando autenticidade e profundidade. O foco se desloca para líderes de pensamento e conteúdo que resolvem dores reais do público, exigindo investimentos na construção da marca pessoal de suas lideranças internas.

Qual o futuro do marketing de influência com a valorização da reputação?

O futuro aponta para um marketing mais estratégico, segmentado e baseado em credibilidade. O conhecimento especializado e a capacidade de oferecer soluções se tornarão cruciais para o engajamento e a conversão, consolidando o conceito de “influência reputacional” como padrão do setor.

Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e revisado editorialmente.


Fonte: Meio e Mensagem – Marketing, Mídia e Comunicação

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