?>

O que você quer solucionar hoje?

Pesquise inteligência de tráfego, automações B2B ou auditoria de dados no nosso acervo.

Apro sob Marianna Souza: Equidade e Estratégia Remodelam o Audiovisual

Apro sob Marianna Souza: Equidade e Estratégia Remodelam o Audiovisual


Marianna Souza, presidente da Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (Apro), está à frente de uma revolução no mercado audiovisual publicitário. Liderando com foco na equidade de gênero e na profissionalização do setor, ela aborda os desafios impostos pela inteligência artificial e pela reforma tributária, moldando um futuro mais inclusivo e sustentável para a indústria no Brasil.

Atualizado em 23/05/2024 • Leitura estimada: 9 minutos

Resumo rápido

  • Marianna Souza lidera a Apro na defesa dos interesses do audiovisual publicitário, com foco em inclusão e inovação.
  • A entidade atua proativamente frente a desafios urgentes como a regulação da inteligência artificial, o impacto da reforma tributária e a questão da produção in-house das agências.
  • Projetos como o programa Visionárias buscam capacitar e dar visibilidade a mulheres no audiovisual, garantindo um futuro com mais equidade e novos talentos.

O que aconteceu

Marianna Souza, presidente da Apro (Crédito: Divulgação)

Marianna Souza, presidente da Apro (Crédito: Divulgação)

Marianna Souza, a atual presidente da Apro, Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais, traz uma trajetória singular para a liderança da entidade. Formada em relações internacionais, sua jornada profissional começou na Apex Brasil, focando em projetos da economia criativa que abrangiam arte, cinema e o mercado editorial. Posteriormente, ela consolidou sua experiência no Projeto FilmBrazil, uma iniciativa da Apro em parceria com a Apex, dedicada a promover o Brasil como um polo de excelência na produção audiovisual publicitária global.

Em 2019, Marianna assumiu a presidência da Apro, marcando uma virada significativa. A entidade, com mais de meio século de existência, passou por uma reestruturação para adotar um modelo de gestão mais profissionalizado, com uma presidente contratada diretamente responsável perante o conselho. Essa mudança estratégica buscava injetar um novo fôlego e um olhar focado em planejamento e gestão de longo prazo para o setor. Apesar de sua confessa falta de experiência direta em sets de filmagem, sua visão estratégica e sua habilidade em articulação setorial foram cruciais para essa escolha, permitindo à Apro ir além da resolução de problemas cotidianos para focar no crescimento e na relevância do audiovisual publicitário. Além disso, Marianna é embaixadora do movimento FreeTheBid no Brasil, reforçando seu compromisso com a inclusão de diretoras de cena.

Ponto-chave

A verdadeira equidade de gênero no mercado audiovisual exige ir além do discurso, transformando-se em ações concretas que garantam espaço, visibilidade e sustentabilidade para as mulheres em todas as esferas da produção.

Por que isso importa

A liderança de Marianna Souza na Apro e as pautas que ela defende são cruciais para a sustentabilidade e a evolução do mercado audiovisual brasileiro. Em um cenário de rápidas transformações tecnológicas, regulatórias e sociais, a atuação da Apro visa não apenas defender os interesses imediatos dos produtores, mas também pavimentar o caminho para um setor mais justo, ético e preparado para o futuro. A discussão sobre a inteligência artificial, por exemplo, não é apenas sobre tecnologia, mas sobre segurança jurídica, propriedade intelectual e a manutenção do valor criativo humano.

A relevância desses temas para o leitor, seja ele empresário, profissional ou consumidor, reside na conexão direta com a transformação digital e a competitividade. A busca por equidade, a adaptação à IA e a transparência nos processos de concorrência afetam a qualidade das produções, a representatividade nas campanhas e, em última instância, a conexão com o público. Um mercado que valoriza a diversidade e a inovação tende a produzir conteúdo mais relevante e eficaz, impactando diretamente o comportamento de consumo e as estratégias de marketing das marcas. É uma questão de resiliência setorial e de alinhamento com as expectativas de uma sociedade cada vez mais consciente.

Impactos práticos

Para empresas

Empresas do setor audiovisual, especialmente produtoras e agências, precisam se adaptar às novas regulamentações (ou à ausência delas) da inteligência artificial, buscando segurança jurídica e ética em suas criações. Além disso, a reforma tributária pode trazer impactos nos custos de produção, exigindo revisão de orçamentos e modelos de negócio. Por outro lado, o investimento em equidade e diversidade de talentos, impulsionado pela Apro, pode abrir portas para novas narrativas, maior representatividade e um diferencial competitivo valioso no mercado.

Para consumidores

O público final pode esperar por um conteúdo publicitário mais autêntico e representativo, com narrativas que de fato dialoguem com a diversidade da sociedade brasileira. Campanhas produzidas por equipes mais diversas, incluindo mais mulheres na direção, tendem a refletir uma gama mais ampla de experiências e perspectivas, enriquecendo a experiência do consumidor e fortalecendo a confiança nas marcas que as veiculam. A busca por ética e transparência na produção também impacta positivamente a percepção de valor e credibilidade.

Para o mercado

O mercado audiovisual se encontra em um ponto de inflexão. A articulação da Apro com outras entidades, como na criação de cartilhas de boas práticas, eleva o patamar de ética e transparência nas concorrências. A formação de novos talentos e a promoção da equidade combatem a estagnação criativa e garantem a renovação da indústria. A adaptação à IA e à reforma tributária exigirá inovação nos modelos de negócio e uma colaboração mais intensa entre os diversos elos da cadeia produtiva para manter a competitividade e a relevância em escala global.

O cenário daqui para frente

Nos próximos meses e anos, o mercado audiovisual deve se aprofundar na discussão e adaptação às tecnologias de inteligência artificial. A expectativa é que as entidades de classe, incluindo a Apro, continuem pressionando por uma regulamentação clara que ofereça segurança jurídica e ética, protegendo os criadores e a propriedade intelectual. Simultaneamente, a reforma tributária exigirá um período de adaptação, com produtoras buscando otimizar seus processos e custos para manter a competitividade, especialmente em um contexto de redução de orçamentos.

A tendência de valorização da diversidade e inclusão, impulsionada por programas como o Visionárias da Apro, deve ganhar ainda mais força. Espera-se que mais agências e clientes busquem ativamente talentos femininos e de outras minorias, reconhecendo o valor estratégico e comercial de equipes e narrativas mais plurais. A batalha contra a produção in-house das agências, que afeta a formação de novos diretores, continuará sendo um ponto crucial para a Apro, que busca garantir um ecossistema equilibrado e oportunidades para todos os profissionais do setor, assegurando a continuidade e a inovação no audiovisual brasileiro.

O que observar agora

  • A evolução das discussões sobre a regulamentação da inteligência artificial no Brasil e seus desdobramentos para o uso em produções audiovisuais.
  • A efetividade dos programas de mentoria e vitrine para diretoras e executivas, como o Visionárias da Apro, na ampliação da presença feminina em cargos de liderança e projetos.
  • As movimentações do mercado em relação à produção in-house das agências e os esforços para garantir processos concorrenciais transparentes e éticos.

Perguntas frequentes

Qual o papel da Apro na promoção da equidade de gênero?

A Apro, sob a liderança de Marianna Souza, atua ativamente na promoção da equidade de gênero através de iniciativas como o programa Visionárias, que oferece mentoria e visibilidade para mulheres executivas e diretoras de cena no audiovisual.

Como a Apro enfrenta os desafios da IA e da reforma tributária?

A entidade busca garantir segurança jurídica para as produtoras no uso da IA e acompanha de perto a reforma tributária, articulando com stakeholders para equilibrar os custos de produção e assegurar um ambiente competitivo.

Por que a liderança feminina é crucial no mercado audiovisual?

Lideranças femininas trazem perspectivas mais empáticas e imparciais, enriquecendo as narrativas criativas e promovendo ambientes de trabalho mais seguros e equilibrados, essenciais para a inovação e efetividade comercial.

Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e revisado editorialmente.


Fonte: Meio e Mensagem – Marketing, Mídia e Comunicação

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima