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Livros Essenciais: As Leituras que Moldaram CEOs em 2026 e Redefinem a Liderança

Livros Essenciais: As Leituras que Moldaram CEOs em 2026 e Redefinem a Liderança


Em um ano de transformações aceleradas, executivas de grandes corporações como Amazon, Coca-Cola e WMcCann revelaram as obras literárias que se tornaram bússolas para suas decisões estratégicas e desenvolvimento pessoal. Publicadas pela iniciativa Women to Watch em 2026, essas indicações variam de biografias a ensaios sobre tecnologia, evidenciando como a leitura contínua é um pilar fundamental para uma liderança adaptativa e empática no cenário corporativo global.

Atualizado em 29 de maio de 2024 • Leitura estimada: 6 minutos

Resumo rápido

  • Líderes de grandes empresas compartilharam os livros que as inspiraram em 2026, transcendendo a gestão tradicional para abraçar o desenvolvimento humano e a adaptabilidade.
  • O impacto mais relevante reside na demonstração de que a formação contínua, através da leitura diversificada, é crucial para navegar complexidades do mercado e liderar com autenticidade.
  • O futuro aponta para uma valorização ainda maior da intersecção entre conhecimento técnico e soft skills, com a leitura atuando como um catalisador para a inovação e o bem-estar no ambiente corporativo.

O que aconteceu

No ano de 2026, a iniciativa Women to Watch, reconhecida por destacar o protagonismo feminino no cenário corporativo, realizou um levantamento singular. A convite da plataforma, diversas CEOs e diretoras-gerais de empresas de calibre global, como Amazon, Coca-Cola, Audible, WMcCann e BETC Havas, abriram seus insights para revelar quais livros haviam provocado as mais profundas reflexões sobre suas trajetórias profissionais e pessoais ao longo do ano.

Este compêndio de recomendações, divulgado originalmente em outubro de 2026, não se limitou a obras de gestão ou economia. Pelo contrário, o rol de leituras incluía desde biografias inspiradoras e manuais de negócios inovadores, até romances introspectivos e ensaios sobre o impacto da tecnologia na sociedade. O fio condutor dessas escolhas residia na capacidade dos livros de abordar temas transversais à liderança moderna, como a busca pela identidade e o senso de pertencimento, o desenvolvimento de talentos multigeracionais, a importância do diálogo intercultural e a coragem necessária para reconhecer e gerenciar as próprias vulnerabilidades em posições de alto escalão. A iniciativa sublinhou uma visão de liderança que transcende a posse de todas as respostas, priorizando a escuta ativa, o aprendizado contínuo e a criação de oportunidades para o crescimento de outrem.

Ponto-chave

A diversidade literária e a profundidade das reflexões compartilhadas pelas CEOs de 2026 solidificam a leitura como um instrumento estratégico indispensável para o desenvolvimento de uma liderança mais humana, adaptável e inovadora, capaz de transcender modelos tradicionais e prosperar em um mundo em constante mutação.

Por que isso importa

As escolhas literárias dessas líderes de peso revelam uma tendência crítica no universo corporativo: a crescente valorização da inteligência emocional, da capacidade de adaptação e do pensamento crítico, competências que são frequentemente aprimoradas através da imersão em diferentes narrativas e conhecimentos. Em um mercado onde a única constante é a mudança, a leitura se posiciona não apenas como um hobby, mas como uma ferramenta estratégica para aprimorar a visão de mundo, fomentar a empatia e inspirar soluções criativas para desafios complexos. Essas indicações evidenciam que o sucesso na liderança moderna depende não só de expertise técnica, mas de uma profunda compreensão do comportamento humano, das dinâmicas culturais e das implicações sociais da tecnologia.

Para o leitor, especialmente profissionais e aspirantes a líderes, este compilado é um convite à reflexão sobre a própria jornada de aprendizado contínuo. Conecta-se diretamente com a transformação digital, que exige flexibilidade e uma mente aberta para inovações; com a competitividade, que demanda insights diferenciados; e com a gestão de equipes, que se beneficia enormemente de uma liderança mais compreensiva e inspiradora. Em suma, o que essas CEOs leram e recomendaram em 2026 ressoa como um guia para cultivar uma liderança que não apenas atinge metas, mas também constrói pontes, desenvolve pessoas e molda um futuro mais consciente e produtivo.

Impactos práticos

Para empresas

Empresas com líderes que investem em leitura diversificada tendem a desenvolver culturas organizacionais mais abertas à inovação, à diversidade e ao diálogo intergeracional. Isso pode resultar em maior retenção de talentos, equipes mais engajadas e uma capacidade aprimorada de se adaptar a disrupções de mercado, antecipando tendências e criando vantagens competitivas sustentáveis.

Para consumidores

Indiretamente, consumidores podem se beneficiar de produtos e serviços mais inovadores e experiências de marca mais autênticas, desenvolvidas por empresas cujas lideranças são mais conscientes das necessidades humanas e das dinâmicas sociais. A gestão empática, inspirada em leituras que promovem a escuta e a compreensão, pode levar a um maior alinhamento entre as marcas e seus públicos.

Para o mercado

O mercado como um todo é impulsionado por uma mentalidade de aprendizado contínuo e pela valorização de uma liderança holística. Isso pode fomentar um ambiente competitivo mais saudável, pautado pela busca por soluções inovadoras e pela responsabilidade social, em vez de um foco exclusivo em métricas financeiras. Há um estímulo à formação de líderes que veem além do lucro imediato, impactando positivamente o desenvolvimento setorial e a sustentabilidade de longo prazo.

O que aconteceu – As indicações das líderes

As influentes executivas detalharam suas escolhas, explicando como cada obra ressoou em suas realidades e contribuiu para um novo patamar de entendimento e ação em suas carreiras e vidas.

Adriana Alcântara, diretora-geral da Audible no Brasil

Adriana Alcântara, diretora-geral da Audible no Brasil (Crédito: Divulgação)

Adriana Alcântara, diretora-geral da Audible no Brasil, indica “10 to 25”, de David Yeager (Crédito: Divulgação)

“10 to 25”, de David Yeager

Adriana Alcântara encontrou no audiolivro de David Yeager um catalisador para aprofundar suas reflexões sobre o desenvolvimento humano e a gestão intergeracional. A obra, que se baseia na ciência da mente jovem, proporcionou insights cruciais sobre empatia e a evolução da liderança. Para Adriana, compreender as aspirações de quem inicia a carreira e de quem já possui uma trajetória consolidada é fundamental. O livro reforça a importância de uma mentoria autêntica, que mantenha altos padrões de excelência e ambição, ao mesmo tempo em que oferece o apoio necessário para que os profissionais se arrisquem e prosperem. Sua leitura influenciou a forma como ela calibra feedbacks e valoriza a perspectiva inovadora dos talentos mais jovens, consolidando a ideia de que liderar é construir pontes entre diferentes gerações para um futuro mais inovador.

Camila Nakagawa, CEO e copresidente da BETC Havas

Camila Nakagawa, CEO e copresidente da BETC HAVAS (Crédito: Divulgação)

Camila Nakagawa, CEO e copresidente da BETC Havas, indica “Bom Dia, Inverno”, de Tamara Klink (Crédito: Divulgação)

“Bom Dia, Inverno”, de Tamara Klink

Camila Nakagawa identificou em “Bom Dia, Inverno” uma metáfora poderosa para os desafios da liderança. A experiência de Tamara Klink no Ártico, embora uma aventura literal, ressoou com Camila como uma reflexão sobre coragem, resiliência e a capacidade de tomar decisões em cenários de incerteza. A CEO da BETC Havas destacou a mensagem central da obra: não se pode controlar tudo o que acontece, mas é possível controlar a preparação e a reação. Este insight se mostrou particularmente relevante para o ambiente de liderança, onde a constante lida com mudanças e decisões difíceis exige um profundo senso de autoconfiança e a habilidade de sustentar as próprias escolhas.

Ingrid Spyker, CEO e cofundadora da Creators Brand

Ingrid Spyker, CEO e cofundadora da Creators Brand indica “Multiplicadores: Como os bons líderes valorizam você”, de Liz Wiseman e Greg McKeown (Crédito: Divulgação)

Ingrid Spyker, CEO e cofundadora da Creators Brand, indica “Multiplicadores: Como os bons líderes valorizam você”, de Liz Wiseman e Greg McKeown (Crédito: Divulgação)

“Multiplicadores: Como os bons líderes valorizam você”, de Liz Wiseman e Greg McKeown

Para Ingrid Spyker, este livro foi um divisor de águas na percepção de como a liderança pode tanto potencializar quanto, inadvertidamente, limitar o potencial das equipes. A obra de Wiseman e McKeown solidificou a crença de Ingrid de que a verdadeira liderança não centraliza respostas, mas fomenta um ambiente onde cada indivíduo pode pensar, contribuir e desenvolver plenamente suas capacidades. O modelo de gestão apresentado pelo livro, que enfatiza o reconhecimento de talentos, o estímulo à autonomia e a formulação de perguntas instigantes, ressoou profundamente com sua filosofia pessoal de que o diálogo e a confiança são essenciais para o desenvolvimento humano, transformando estratégias em resultados concretos através das pessoas.

Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon

Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon.com.br indica “Minha Vida por Inteiro”, de Indra Nooyi (Crédito: Divulgação)

Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon, indica “Minha Vida por Inteiro” (Crédito: Divulgação)

“Minha Vida por Inteiro”, de Indra Nooyi

A autobiografia de Indra Nooyi ofereceu a Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon, uma rica fonte de reflexão sobre a complexidade da liderança e os múltiplos papéis que executivas desempenham. Juliana destacou a honestidade da obra ao abordar a construção de uma carreira de sucesso sem negligenciar as relações pessoais e os valores intrínsecos. Para ela, liderar é um exercício constante de escolhas conscientes, aprendizado contínuo e a compreensão de que o sucesso vai além dos resultados, englobando a maneira como se chega a eles e o impacto gerado nas pessoas. A história de Nooyi reforça a adaptabilidade e a construção de laços de confiança como pilares de uma trajetória sustentável em um ambiente de constantes mudanças.

Luciana Batista, presidente da Coca-Cola Brasil

Luciana Batista, presidente da Coca-Cola Brasil indica “The Culture Map”, de Erin Meyer (Crédito: Divulgação)

Luciana Batista, presidente da Coca-Cola Brasil, indica “The Culture Map”, de Erin Meyer (Crédito: Divulgação)

“The Culture Map”, de Erin Meyer

Luciana Batista, à frente da Coca-Cola Brasil, encontrou em “The Culture Map” uma ferramenta essencial para desvendar as influências culturais nas relações profissionais e na liderança global. O livro aprofundou seu interesse sobre como as particularidades de cada cultura afetam a comunicação e a colaboração, um tema de grande relevância em seu contato diário com equipes de diversos países. A obra de Erin Meyer reafirmou a importância da escuta ativa, da abertura e da sensibilidade para reconhecer diferentes perspectivas, componentes cruciais para a construção de soluções eficazes em uma multinacional. A leitura serviu como um lembrete valioso de que o aprendizado contínuo e a busca por entender o diferente são perpetuamente relevantes para a evolução de um líder.

Marina Sousa, diretora executiva da MSP Estúdios

Marina Sousa, diretora executiva da MSP Estúdios indica “Accountability”, de Julia Gianzanti (Crédito: Lucas Ramos)

Marina Sousa, diretora executiva da MSP Estúdios, indica “Accountability”, de Julia Gianzanti (Crédito: Lucas Ramos)

“Accountability”, de Julia Gianzanti

“Accountability” provocou em Marina Sousa, diretora executiva da MSP Estúdios, uma profunda reflexão sobre a autoavaliação do líder diante de problemas. O livro convidou Marina a questionar o próprio papel quando os resultados não são os esperados, enfatizando a importância de uma orientação clara e de um ambiente onde a equipe se sinta segura para discordar ou pedir ajuda. Em um estúdio criativo, onde a liberdade de propor e a segurança para errar são vitais, a obra ressaltou que a responsabilidade da liderança inclui criar um espaço de confiança e estar disposta a rever o próprio caminho, promovendo uma cultura de responsabilidade mútua e crescimento.

Michelle de Paula, CEO da Zest

Michelle de Paula, CEO da Zest (Crédito: Divulgação)

Michelle de Paula, CEO da Zest (Crédito: Divulgação)

“O monge, o iogue e o faquir”, de Ronaldo Lemos, e “Saber conversar na era da IA”, de Laura Trachtenberg Hauser

Michelle de Paula dedicou 2026 a um mergulho aprofundado na inteligência artificial e encontrou em duas obras um contraponto e um complemento essenciais. “O monge, o iogue e o faquir”, de Ronaldo Lemos, iluminou como as plataformas digitais exploram a relação entre emoções, mente e corpo. Já “Saber conversar na era da IA”, de Laura Trachtenberg Hauser, enfatizou a importância da conversa genuína como espaço de dúvida e convivência com o diferente, em oposição à lógica algorítmica que reforça vieses. Juntos, os livros transformaram a visão de Michelle sobre a tecnologia no trabalho, levando-a a questionar o que não deve ser terceirizado para máquinas. Ela ressalta que dominar a IA vai além da produtividade, e que a colaboração com um time diverso e multidisciplinar é vital para ter visões ricas. Na vida pessoal, a leitura a fez priorizar o equilíbrio e o “offline” para focar no que realmente importa, lembrando que a preservação do humano na era da IA é uma escolha individual.

Monalisa Gomes Muehlboeck, global account manager da Delfort

Monalisa Gomes Muehlboeck, global account manager da Delfort indica“Quando os pássaros voam para o sul", de Lisa Ridzén (Crédito: Divulgação)

Monalisa Gomes Muehlboeck, global account manager da Delfort indica “Quando os pássaros voam para o sul”, de Lisa Ridzén (Crédito: Divulgação)

“Quando os pássaros voam para o sul”, de Lisa Ridzén

Monalisa Gomes Muehlboeck, global account manager da Delfort, encontrou neste romance, lido em alemão durante seu quinto ano na Áustria, uma inesperada lição de negócios. A história de um homem idoso perdendo controle sobre sua rotina em meio a negociações com a família e cuidadores ressoou com a experiência de Monalisa em negociações globais complexas. A obra de Lisa Ridzén a lembrou que tentar controlar tudo pode levar à perda do que mais importa. A verdadeira força reside em definir previamente o que é negociável e o que é inegociável, sustentando essa postura sob pressão. O livro a inspirou a ser mais paciente com o tempo alheio e mais clara sobre seus próprios limites, uma sabedoria que se aplica tanto à vida pessoal quanto à gestão de equipes, onde proteger demais pode, paradoxalmente, limitar o desenvolvimento.

Renata Bokel, CEO da WMcCann

Renata Bokel, CEO da WMcCann, indica “Ioga”, de Emmanuel Carrère, e “The Woman I Wanted to Be”, de Diane von Furstenberg (Crédito: Divulgação)

Renata Bokel, CEO da WMcCann, indica “Ioga”, de Emmanuel Carrère, e “The Woman I Wanted to Be”, de Diane von Furstenberg (Crédito: Divulgação)

“Ioga”, de Emmanuel Carrère, e “The Woman I Wanted to Be”, de Diane von Furstenberg

Renata Bokel, CEO da WMcCann, encontrou uma surpreendente conexão entre duas obras aparentemente díspares. De um lado, Emmanuel Carrère e sua busca por equilíbrio em “Ioga”, confrontado pela depressão; do outro, Diane von Furstenberg e sua trajetória icônica na moda em “The Woman I Wanted to Be”, marcada por ambição e reinvenção. Para Renata, o elo reside na honestidade com que ambos os autores lidam com suas fragilidades, sem glorificar o fracasso ou justificar escolhas. A leitura a fez refletir sobre a falácia de uma sociedade que valoriza a segurança e o controle permanente, algo inatingível. Bokel conclui que a coragem não está em não ter vulnerabilidades, mas em reconhecê-las sem permitir que definam o indivíduo, e que a maturidade envolve fazer perguntas melhores sobre si mesmo, em vez de buscar todas as respostas.

Tatiana Marinho, CEO da Gana

Tatiana Marinho, CEO da Gana, indica “Minha História”, de Michelle Obama (Crédito: Divulgação)

Tatiana Marinho, CEO da Gana, indica “Minha História”, de Michelle Obama (Crédito: Divulgação)

“Minha História”, de Michelle Obama

“Minha História”, de Michelle Obama, foi uma fonte de importantes reflexões para Tatiana Marinho, CEO da Gana, sobre carreira, liderança e propósito. Tatiana se conectou à narrativa da ex-primeira-dama sobre identidade, escolhas e a coragem de trilhar o próprio caminho, reconhecendo que as trajetórias não são construídas isoladamente, mas carregam histórias e enfrentam barreiras. Para Marinho, liderar significa ter clareza de onde se veio e para onde se quer ir, com a responsabilidade de abrir caminhos para outros. O livro reforçou sua crença de que é possível conciliar excelência e autenticidade, ambição e sensibilidade, resultados e impacto coletivo. Em sua visão, na indústria da comunicação, que molda narrativas e comportamentos, é imperativo ter líderes que ampliam perspectivas e transformam representatividade em poder de decisão, contribuindo para que os espaços de liderança sejam genuinamente transformados.

O cenário daqui para frente

A curadoria literária das CEOs em 2026 desenha um cenário promissor para a liderança do futuro, onde a busca por conhecimento transcende as fronteiras do setor de atuação. A tendência é que líderes continuem a buscar inspiração em campos diversos, desde a psicologia e a sociologia até a ficção, para desenvolver uma compreensão mais holística do mundo e das pessoas. Isso impulsionará a formação de executivos mais preparados para o imprevisível, capazes de inovar e de liderar com um senso de propósito mais apurado.

Essa valorização da leitura e do desenvolvimento pessoal se conecta diretamente com a evolução do comportamento de mercado e as exigências da transformação digital. À medida que as máquinas assumem tarefas repetitivas, as habilidades humanas — como criatividade, empatia, pensamento crítico e capacidade de resolver problemas complexos — tornam-se o diferencial competitivo. Estratégias empresariais que incentivam a cultura da leitura e do aprendizado contínuo entre seus líderes e colaboradores estarão em vantagem, fomentando ambientes mais resilientes, inovadores e preparados para os desafios e oportunidades que surgirão.

O que observar agora

  • A crescente inclusão de programas de mentoria reversa e diálogos intergeracionais em grandes corporações, impulsionados pela percepção de que cada idade traz uma perspectiva valiosa.
  • O aumento da demanda por conteúdos e treinamentos que abordem a inteligência artificial sob uma ótica mais humanista, focando no equilíbrio entre eficiência tecnológica e valores éticos.
  • A ascensão de métricas de performance que consideram não apenas resultados financeiros, mas também o bem-estar dos colaboradores e o impacto social das ações da liderança.

Perguntas frequentes

Por que a leitura é tão valorizada por CEOs de grandes empresas?

A leitura permite que CEOs expandam suas perspectivas, desenvolvam empatia, aprimorem o pensamento crítico e inspirem novas soluções para desafios de negócios, indo além do conhecimento técnico. É uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento de uma liderança adaptativa e humana.

Quais tipos de livros foram indicados e o que eles revelam sobre a liderança atual?

Foram indicados livros de negócios, biografias, romances e ensaios sobre tecnologia. Essa diversidade revela uma liderança que busca inspiração em múltiplas fontes, valorizando autoconhecimento, inteligência emocional, gestão intergeracional e a capacidade de navegar em cenários de incerteza e transformação digital.

Como as recomendações dessas líderes podem impactar o desenvolvimento profissional?

As indicações servem como um guia para profissionais que buscam aprimorar suas habilidades de liderança, incentivando a leitura como um pilar de crescimento. Elas destacam a importância de soft skills, adaptabilidade e uma visão holística para se destacar e criar impacto positivo em qualquer carreira.

Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e revisado editorialmente.











Fonte: Meio e Mensagem – Marketing, Mídia e Comunicação

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