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Luana Ozemela: A Liderança que Transforma o iFood e Inspira o Mercado

Luana Ozemela: A Liderança que Transforma o iFood e Inspira o Mercado


Luana Ozemela, CSO e vice-presidente de impacto e sustentabilidade do iFood, personifica uma trajetória de vanguarda, transicionando da tecnologia para a economia e, finalmente, para a liderança de impacto social. Sua jornada global, marcada pela luta contra as desigualdades, culminou em um papel estratégico na gigante da tecnologia, onde ela utiliza sua expertise para impulsionar a transformação e a inclusão no cenário empresarial brasileiro, redefinindo o conceito de sucesso para além do financeiro.

Atualizado em 24 de julho de 2024 • Leitura estimada: 8 minutos

Resumo rápido

  • Luana Ozemela é uma líder visionária que uniu sua paixão por justiça social à estratégia de negócios no iFood.
  • Sua atuação impulsiona agendas de diversidade, equidade e sustentabilidade, impactando positivamente colaboradores, parceiros e consumidores.
  • A retomada de projetos como a Black Women Investment Network sinaliza um futuro de empoderamento econômico coletivo para mulheres negras.

O que aconteceu

(Crédito: Arthur Nobre)

CSO e vice-presidente de impacto e sustentabilidade do iFood (Crédito: Arthur Nobre)

A trajetória de Luana Ozemela é um testemunho de resiliência e propósito. Nascida e criada em uma região periférica de Porto Alegre, em meio a um ambiente familiar profundamente intelectualizado e politizado, Luana absorveu desde cedo debates sobre questões globais como o apartheid e a segregação racial. Apesar de enfrentar o racismo estrutural e a desigualdade social no Brasil dos anos 1980, o apoio de seus pais, que investiram em sua autoestima e na conscientização sobre injustiças, moldou seu senso de direção e empoderamento.

Seu primeiro contato com o mundo da tecnologia ocorreu por meio do pai, em uma época em que o acesso à internet ainda era incipiente no país. Aos 19 anos, Luana iniciou sua carreira na Hewlett Packard (HP) como engenheira de software, progredindo rapidamente para gerente de projetos. No entanto, após uma década no setor de tecnologia, sentiu a necessidade de novas ferramentas para combater as injustiças sociais que a motivavam desde a infância. Foi então que decidiu pivotar sua carreira, dedicando-se ao estudo da economia, um domínio que percebeu ser crucial para entender e influenciar as estruturas de poder. Sua jornada a levou a um mestrado na Inglaterra e um doutorado na Escócia, onde desenvolveu um inovador modelo econômico para cotas raciais, antecipando a legislação brasileira.

Após consolidar uma carreira no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), liderando projetos de desenvolvimento social, Luana expandiu seus horizontes, abrindo sua própria empresa de desenvolvimento econômico no Catar. A oportunidade de se juntar ao iFood surgiu na Noruega, uma conexão que, segundo ela, foi um “encontro” e não uma busca ativa por uma posição executiva. A surpresa se transformou em convicção ao descobrir que o iFood, na verdade, funcionava como um laboratório de inovação social, com um ecossistema gigante capaz de testar soluções para desafios complexos do Brasil, como a informalidade, educação e saúde dos trabalhadores de plataformas.

Ponto-chave

A verdadeira liderança transformadora emerge da capacidade de unir pragmatismo estratégico com uma humanidade inabalável, utilizando as ferramentas do poder para combater injustiças sociais e gerar valor além dos resultados financeiros.

Por que isso importa

A ascensão de Luana Ozemela a uma posição de alta liderança em uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil não é apenas uma história de sucesso individual; é um marco significativo para o mercado. Sua atuação como CSO e VP de impacto e sustentabilidade no iFood sinaliza uma mudança crítica nas prioridades corporativas, onde a geração de valor financeiro se alinha intrinsecamente à responsabilidade social e ambiental. Isso demonstra que as empresas estão cada vez mais entendendo que o impacto positivo não é um custo, mas um pilar estratégico para a inovação, a competitividade e a atração de talentos.

Para o leitor, a trajetória de Luana serve como um case inspirador e prático de como a liderança pode ser exercida com um propósito maior. Ela conecta a tecnologia, o empreendedorismo e a gestão a temas essenciais como a transformação digital inclusiva, o combate às desigualdades, a inovação social e a construção de um ambiente de trabalho mais diverso e equitativo. Sua visão reforça que o futuro dos negócios exige líderes que não apenas dominem a “linguagem do poder”, mas que também preservem a humanidade, utilizando-a como motor para a mudança e a criação de valor sustentável em todas as esferas.

Impactos práticos

Para empresas

A presença de líderes como Luana Ozemela no C-level pressiona as empresas a integrarem metas de diversidade e impacto social diretamente em suas estratégias de negócios. Isso significa não apenas aprimorar políticas de ESG, mas também repensar a cultura organizacional, desenvolver produtos e serviços mais inclusivos e investir em cadeias de valor sustentáveis. Empresas que ignorarem essa tendência correm o risco de perder competitividade, atração de talentos e relevância no mercado, que demanda cada vez mais autenticidade e propósito.

Para consumidores

Os consumidores se beneficiam diretamente de empresas que adotam uma postura ativa em relação ao impacto social. Isso pode se traduzir em experiências mais justas para trabalhadores de plataformas, produtos e serviços mais acessíveis, comunicação mais inclusiva e maior confiança nas marcas que demonstram compromisso com valores éticos. A escolha consciente por empresas com impacto positivo torna-se um diferencial importante para o público final.

Para o mercado

O mercado como um todo é impulsionado a adotar novos padrões de liderança e responsabilidade corporativa. A inserção de pautas como a informalidade, educação e saúde dos trabalhadores em plataformas no planejamento estratégico de grandes empresas como o iFood cria um precedente. Isso estimula a inovação em modelos de negócios que conciliam lucro com impacto social, além de fomentar discussões importantes sobre o papel da tecnologia na construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

O cenário daqui para frente

O futuro aponta para uma integração ainda mais profunda entre negócios e impacto social. Líderes como Luana Ozemela estarão na vanguarda, não apenas definindo estratégias internas, mas também influenciando o ecossistema externo. A retomada de iniciativas como a Black Women Investment Network – inspirada nas “ganhadeiras” do Recôncavo Baiano – demonstra um compromisso com o desenvolvimento de riqueza coletiva e o empoderamento econômico de comunidades marginalizadas, algo que tem o potencial de gerar mudanças sistêmicas e duradouras.

Veremos uma crescente demanda por profissionais que consigam transitar entre o rigor analítico do mercado e a sensibilidade das questões sociais. A transformação digital continuará a ser um catalisador para a inovação, mas o foco se expandirá para como essa tecnologia pode ser usada para resolver problemas sociais complexos, impulsionar a inclusão e promover a equidade em diversos setores. As estratégias empresariais precisarão refletir essa dupla lente: de eficiência e de propósito, como base para a sustentabilidade e a relevância no longo prazo.

O que observar agora

  • A crescente inclusão de metas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I) em todos os níveis do C-level das grandes corporações, indicando uma internalização da agenda de impacto.
  • A proliferação de iniciativas e redes de empoderamento econômico lideradas por minorias, como a Black Women Investment Network, buscando construir patrimônio e fortalecer comunidades.
  • O aprofundamento da pauta de ESG (Environmental, Social, and Governance) nas empresas de tecnologia, com foco em soluções inovadoras para desafios sociais, além da mera conformidade regulatória.

Perguntas frequentes

Quais são os principais desafios para mulheres negras em posições de liderança?

Muitas mulheres negras enfrentam desafios de racismo sutil e estrutural, que se manifesta como a subestimação de suas capacidades e a invisibilidade de suas contribuições no ambiente corporativo, em vez de agressões explícitas.

Que conselho Luana Ozemela daria para a nova geração de mulheres líderes?

Ela aconselha a dominar a “linguagem do poder” – o pragmatismo e a estratégia – sem jamais perder a humanidade. A combinação desses dois elementos é essencial para promover a transformação social desejada.

Como as empresas podem integrar a justiça social em suas operações?

Empresas podem integrar a justiça social estabelecendo metas de diversidade e inclusão para todos os níveis executivos, alinhando finanças e impacto social e garantindo que cada área contribua para essa jornada de transformação.

Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e revisado editorialmente.


Fonte: Meio e Mensagem – Marketing, Mídia e Comunicação

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